Ninguém poderia dizer que ele não tentou. O problema era aquela terrível mania de falar em código, de colocar suas mensagens nas bocas mais improváveis. Não aprendia nunca.
Da primeira vez em que olhou para cá e viu que estava tudo uma tremenda desordem, resolveu pegar pra Cristo o filho de uma mãe solteira. Botou o menino a fazer milagres e dizer coisas que ninguém entendia - ou que cada um entendia como quisesse. Deu no que deu: morreu o moço na cruz e nada foi resolvido. Mudar a humanidade que é bom, nada de nada. (...)
(esse mês eu sou convidada do Aquele e o tema é o oitavo pecado capital. Pra ler o resto desta história e outros textos reveladores, dê um pulinho lá.)
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