So fail. Be bad at things. Be embarrassed. Be afraid. Be vulnerable. Go out on a limb or two or twelve. You will fall, and it will hurt. But the farther you fall, the higher you will rise. The higher you rise, the clearer your future becomes. Failure is a gift, welcome it. There are people who spend their whole lives wondering how they became the people they became, how certain chances pass them by, why they didn’t take the roads less traveled. Those people aren’t you. You have front row seats to your own transformation and in transforming yourself, you might transform the world. It will be electric, and I promise it will be terrifying. Embrace that; embrace the new person you’re becoming. This is your moment. I promise you, it is now, not to two minutes from now, not tomorrow, but really now. Own that, know that deep in your bones, go to sleep every night knowing that, wake up every morning remembering that, and keep going.
(se alguém souber quem escreveu isso, agradece pra mim. Eu roubei da Dani)
5 comentários:
Gostei tb...
oie tha!!
meu acredita que qdo eu li isso no moleskine eu lembrei de vc!! foi justamente na época em que vc colocou o post "fail big time" ou alguma coisa assim.... ai ele começa logo de cara com essa expressão ehehe mas acaba de um jeito super fofo.. hehe
hj eu li isso lá tb:
"Fear less, hope more; Eat less, chew more; Whine less, breathe more; Talk less, say more; Love more, and all good things will be yours."
mas dessa vez acho q lembrei de mim mesmo heheheheheh
super bjo e boa segunda metade da semana.
Saudades.
Saudades de vc, de um tempo que passou.
Das palavras que sumiram de nós.
**Estrelas**
Caramba, tive um sonho há algum tempo e lembrei de você - porque foi lendo os relatos dos seus sonhos doidos que comecei a voltar ao seu blog. Repare:
"Era uma porta de escritório comum - mas, por trás dela, surgia uma grande mansão, de aparência meio antiga. Não deu tempo de olhar direito porque estávamos sendo perseguidos, por sermos magos ou algo do gênero.
Corta. Um longo corredor cheio de portas iguais. Algumas portas à frente, um sujeito abre uma delas e entra. Eu entro na que está ao meu lado. Lá dentro, é um cubículo onde está o mesmo sujeito, em um computador. Depois de uns segundos atônito, deduzo que, de alguma maneira, todas as portas dão para a mesma salinha. De modo que meus perseguidores também vão parar ali, seja que porta abrirem. Então, é preciso escapar logo.
Corta. Consigo chegar a uma das sacadas, junto com outra fugitiva. Descobrimos, aí, que a mansão está suspensa no ar, por balões. Conseguimos ver a cidade passando logo abaixo - o piso da mansão chega a tocar a copa das árvores. Mas vejo algo lá embaixo e preciso verificar - então, pulo.
Corta. Tudo resolvido, preciso voltar correndo para a mansão. Ouço algo numa rua paralela e vou ver o que é. É Judy Garland, em seus 40 e poucos anos, cantando algum clássico da música popular americana, no meio da rua. Lindo! Espero ela terminar a música e ela logo emenda com "High society", de Cole Porter. Adoraria assistir, mas tenho que correr.
Quase na porta da mansão, vejo Louis Armstrong descendo a rua e lembro que ele cantou "High society" na abertura do filme Alta Sociedade.
- Satchmo, a Judy Garland está ali naquela rua cantando "High Society"!
- Ah, obrigado, Renato - diz ele, com aquela voz característica, apressando-se para juntar-se a ela."
Bom demais. Daqueles textos pra ler sempre mesmo, pois é o tipo de coisa que esquecemos em momentos difíceis. Um abraço!
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