10.1.07

Laços (updated)

de família, de amizade, de amor...

Menina, sabe por que se diz que somos unidos por laços? É que a relação entre as gentes é assim: se puxar demais de um lado só, desmancha, se apertar muito, vira nó.

Somos todos feitos de cetim.

PS: Falávamos de laços, não é? E eu esqueci de um tipo muito importante: os laços virtuais, feitos com teia de aranha bem fininha, quase invisível. Ontem, a blogosfera perdeu sua musa e eu perdi minha fada-madrinha de blog, a Meg. Nessas horas, a gente vê como são reais e palpáveis os laços que nos unem, seja por e-mail ou por comments. O que fica é um nó na garganta, feito com a fita mais bonita que há.

15 comentários:

A czarina das quinquilharias disse...

pelo menos é um tecido brilhante :*

marília disse...

pena que depois de tanto afrouxar aqui e apertar ali, a gte vai ficando toda torta e amassada e é difícil pacas fazer laço bonito de novo.

mas, enquanto houver fita....

achei lindo isso, tha.

(ai essa tpm grudou no inferno astral e nao sai mais. e ai eu fiquei super emocionada, ve se pode!)

bjo tha!

Thata disse...

brilhante, mas escorregadio ;)
bjs, Nath!

ôoo menina...esse foi o complemento perfeito pro post, hein! e q bonitinho vc ficar emocionada ;) Ó, dona Marilia, meu lacinho com vc eu garanto que é bonito e está bem apertado! bjão!

Julio Cesar Corrêa disse...

Algumas pessoas deveriam fazer deste pensamento um mantra.
É a minha primeira vez aqui. Parabéns!
bj

ediney disse...

pescadas e delicadas palavras..texto criativo

Thata disse...

oi Julio! Oi Ediney! Sejam bem-vindos e voltei sempre! bjs!

fezoca disse...

uma perda enorme... :-((((
beijos, Thata.

stella disse...

dizer o quê, menina, depois dessas palavras?

ela ficaria orgulhosa de você.

Naeno disse...

A VIDA RI

Ontem eu vi a vida sorri,
e vi seus dentes cor do dia,
e vi seus lábios cor do entardecer,
Lábios molhados como quem vai nascendo.

Ontem eu eu vi que a vida existe,
Que a morte não pode com um sorriso,
Por isso é séria e sem graça,
Eu nunca vi a morte sorri.

Hoje a vida continua a rir,
Como se estvivesse de bem com ela,
Como se estivesse se vendo refletida,
num espelho imenso se vendo nítida.

Ainda hoje a vida rir,
como se a felicidade não acabasse,
como se uma conquista tivesse galgado,
a de ser vida, em tudo metida.

Ainda agora escutei gargalhadas da vida,
E não se cança a vida em mostrar-se feliz,
E agora eu sei, está esclarecido,
A vida não tem planos prá partida.

Com um beijo

Naeno

Thata disse...

beijos, pessoas...e brigada pela visita!

Paulo José Miranda disse...

Sem dúvida,
ela está gostando do que vê,
da imensa amizade que construiu no mundo.

Bem haja

Magaly disse...

Ai, Thatinha, ela leria e diria: a Thata sabe dizer as coisas, é criativa e maravilhosa. Tantas vezes ouvi-a repetir a fé que depositava em você.
Beijos

Thata disse...

paulo, como eu disse pra Maga, ela vive na nossa amizade ;)

Magalinda, queridíssima, você sabe, eu sempre digo: este blog não seria nada sem o incentivo da Meg. Devo muitíssimo. Beijocas!

Anônimo disse...

Acho que a Meg não morreu .... dá uma chegadinha aqui: http://gardenal.org/inagaki/

Infinitos bjos., Rô.
** Ah !!! Esqueci de falar.... AMEI o seu blog e ele já está nos "meus favoritos" !!!rsrsrs

Thata disse...

To sabendo, Rô...to sabendo...

 
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