Quando eu tiver um filho,
vou ensiná-lo a sorrir muito e sempre
porque a vida pega as expressões que nós mais fazemos
e tatua elas em nosso rosto quando somos velhinhos.
Eu, quando for velhinha, prefiro ter aquelas marquinhas perto da boca
e covinhas bem profundas
e rugas na testa não de preocupação, mas de espanto perante a vida.
Não quero ser como a senhora que vi no laboratório hoje, com uma expressão zangada marcada para sempre nas rugas do seu rosto.
Então bora sorirr! E bora desse lugar que tanto me fez zangar!
Boa sorte pra mim!
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